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GERAL
09/05/2024 13h23

Seis pessoas são condenadas em SC por 'Golpe do Falso Leilão'

A condenações englobam os crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e associação criminosa

A 4ª Vara Criminal da comarca da Capital condenou três homens e três mulheres por aplicarem o “Golpe do Falso Leilão” em cidades de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Minas Gerais.


Para atrair e induzir as vítimas em erro, os réus criavam falsos sites de leilão com a logomarca do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.


A condenações englobam os crimes de estelionato mediante fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e associação criminosa.


Entre janeiro de 2022 a agosto de 2023, o grupo de estelionatários deu um total de R$ 18 milhões em prejuízos às vítimas, somente em Santa Catarina.


Em Florianópolis, um homem arrematou um automóvel Duster por R$ 54,8 mil e, após repassar o valor, nunca mais teve contato com os falsos leiloeiros.


Depois de arrecadados, os valores eram pulverizados em inúmeras contas bancárias e faziam diversos caminhos, para dissimular a origem e a natureza dos recursos, até chegarem as mãos dos chefes do bando.

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Na sentença, as penas dos seis integrantes somaram 48 anos de prisão. Cada um recebeu reprimenda de oito anos de reclusão em regime inicial fechado, mais pagamento de multa e reparação de danos em favor de vítimas.


Três seguirão presos mesmo com eventual recurso, dois encontram-se foragidos desde a decretação da prisão preventiva e uma pessoa respondeu em liberdade e assim poderá recorrer da pena.


Os bens apreendidos no curso do processo, cujas origens lícitas não foram comprovadas, servirão para minorar pelo menos parte dos prejuízos das vítimas.


O prejuízo causado em todo o país, segundo o Núcleo de Inteligência e Segurança Institucional (NIS), pode ter suplantado R$ 58 milhões.


Os golpistas responsáveis pelas negociações dos bens leiloados (veículos) levavam vida de luxo, residiam em condomínios de alto padrão e utilizavam carros de valor elevado.


O desembargador Sidney Eloy Dalabrida, coordenador do NIS, salienta que o setor continua a atuar firmemente na repressão das fraudes que constantemente ocorrem no ambiente virtual e que vitimam os ativos do Poder Judiciário.


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