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GERAL
05/11/2026 12h05

Condenado por homicídio em Jaguaruna responde por outra agressão grave

Suspeito teve condenação de 20 anos de prisão após matar homem com barra de ferro

Um homem condenado a 20 anos de prisão por matar outro com golpes de barra de ferro, em Jaguaruna, responde a um segundo processo criminal por lesão corporal gravíssima.


Neste caso, ele é acusado de agredir um vizinho, que sofreu traumatismo cranioencefálico e ficou com sequelas permanentes.


A condenação pelo homicídio ocorreu em 19 de outubro, durante julgamento no Tribunal do Júri.


Os jurados reconheceram que o crime foi cometido por motivo fútil e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. A pena foi fixada em 20 anos de reclusão, em regime inicial fechado.

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O assassinato aconteceu em 10 de agosto de 2023. Conforme a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a vítima estava hospedada havia alguns dias na residência do acusado, mas sua permanência no imóvel passou a incomodá-lo.


Diante da situação, o homem teria se armado com uma barra de ferro e desferido diversos golpes contra a cabeça e o corpo da vítima, que estava deitada no sofá e não teve condições de se defender.


Acusado também responde por agressão que deixou vítima com sequelas permanentes


Além do homicídio, o homem é réu em outro processo, relacionado a uma agressão ocorrida em agosto de 2021.


Segundo o MPSC, ele teria atacado um vizinho com socos e chutes, sem motivo identificado.


A vítima sofreu diversas fraturas e traumatismo cranioencefálico, ficando impossibilitada de caminhar sem auxílio e de exercer atividades profissionais.


A perícia apontou debilidade permanente e incapacidade definitiva para o trabalho.


Na semana seguinte ao julgamento pelo homicídio, foi realizada uma audiência referente a esse segundo processo. O Ministério Público busca a condenação do acusado por lesão corporal gravíssima.


Durante a tramitação do processo de homicídio, o réu chegou a obter uma decisão judicial favorável à sua soltura.


No entanto, o MPSC recorreu e conseguiu reverter a medida, garantindo que ele permanecesse preso até o julgamento.


A promotora de Justiça Raísa Carvalho Simões Rollin, responsável pela atuação nos processos, destacou a preocupação com o aumento dos crimes contra a vida na comarca de Jaguaruna.


“Temos buscado, cada vez mais, a condenação de pessoas que praticam crimes violentos, especialmente diante do aumento expressivo dos crimes contra a vida na comarca”, afirmou.


O segundo processo ainda está em andamento e não há informação sobre uma sentença.


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