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GERAL
13/04/2021 09h20

Filme de Albertina Berkenbrock recebe prêmio internacional

Longa foi gravado na comunidade de São Luiz, em Imaruí, e destaca a vida da beata

Lançado durante a pandemia, o filme que conta a trajetória da Bem-Aventurada Albertina Berkenbrock recebeu um prêmio internacional. O longa, produzido pela Boanova Filmes, foi gravado na comunidade de São Luiz, em Imaruí, e destaca a vida da beata. A obra ainda conta com outras indicações a prêmios fora do Brasil.

De acordo com o diretor da Boanova Filmes, Luiz Fernando Machado, a premiação é resultado do comprometimento do trabalho feito em equipe. “Também foi um alívio, pois sabemos da responsabilidade de uma produção deste porte. Envolvemos muitas pessoas e contamos com uma pandemia nessa trajetória. Estamos muito felizes pela premiação”, fala Luiz.

O filme recebeu o prêmio de melhor longa-metragem no Festival de Cinema do Detective Crime Thriller, em Los Angeles. Para o padre Sérgio Jeremias, vice-postulador da beata Albertina, a importância da premiação serve também para que seu testemunho seja mais conhecido e colabore para o processo de canonização. “Com isso, há mais pessoas intercedendo, aumenta o turismo religioso e isso é bom para toda a região”, destaca o padre.

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Além da premiação recebida no último fim de semana, o filme concorre a outros dois prêmios. Um no Canadá, sendo pelo Festival Ascendence International Film Festival, concorrendo ao prêmio de melhor filme cristão, e outro no Festival Nazionale del Cinema e Della Televisione - Città di Benevento, na Itália, também na categoria de melhor longa-metragem.

O filme foi realizado com a participação de moradores da região e de parentes diretos de Albertina. A obra conta a história de fé, solidariedade e de amor da jovem. Albertina Berkenbrock foi beatificada pelo Vaticano em 2007, e o seu processo de canonização continua tramitando na Santa Sé.

O longa, que tem 1h45 de duração, é exibido com imagens em preto e branco. Durante as gravações, feitas antes da pandemia da covid-19, foi montada uma base cinematográfica no salão comunitário. No filme, as irmãs Suieny e Jhulieny Espíndola foram selecionadas para o papel de Albertina. Moradoras de Imaruí, se dividiram em duas fases da trajetória da beata, que morreu aos 12 anos.

Fonte: Diário do Sul
Agora Sul
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