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SEGURANÇA
18/12/2020 08h19

Traficantes são condenados a mais de 12 anos de prisão em Armazém

Carro utilizado para transporte de 99 kg de maconha irá para a Polícia Militar e os réus ainda terão que pagar multa

Dois traficantes denunciados pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) em Armazém receberam penas de 12 anos e sete meses de prisão cada um e pagamento de multas individuais que somam cerca de R$ 116 mil. A Justiça ainda determinou o perdimento do veículo utilizado para o tráfico de drogas em favor do Comando da Polícia Militar de Gravatal, que atende a região.

A ação penal ajuizada pela Promotoria de Justiça da Comarca de Armazém relata que, no dia 4 de janeiro deste ano, Jean Willian Nunes Cardoso e Marlon Gerônimo Machado, que já eram investigados pela polícia por serem suspeitos de uma série de furtos e roubos na região e tráfico de drogas, foram abordados quando voltavam de Florianópolis.

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A abordagem aconteceu na BR-101, e foi feita pelas Polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, em Paulo Lopes. A dupla, porém, não atendeu ao comando de parada feito pelas autoridades, e empreendeu fuga em direção ao município de Armazém, onde abandonou o veículo, um automóvel VW/Gol ano 2015, com 99,6 kg de maconha no porta-malas.

Jean foi preso em flagrante logo em seguida, em Garopaba, e depois, preventivamente. Já Marlon não foi encontrado na ocasião e teve expedido mandado de prisão preventiva, cumprido dias depois. Desde então os dois traficantes encontram-se presos no Presídio Regional de Tubarão.

Os dois foram condenados pelo Juízo da Comarca de Armazém pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, conforme apontava a denúncia do Ministério Público. Os réus tiveram negado o direito de apelar da sentença em liberdade. A decisão é passível de recurso.

"A condenação dos réus reflete o excelente trabalho conjunto das Polícias Militar, Civil e Rodoviária na prevenção ao comércio ilícito de drogas na região, que pode contar com a atuação firme e prioritária do Ministério Público nos processos de repreensão ao tráfico de entorpecentes ", considera o promotor de Justiça Lucas dos Santos Machado.

MPSC / Foto: Ilustrativa
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