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SEGURANÇA
29/11/2019 06h09

Policiais militares realizam rodízio no uso de coletes à prova de balas no horário de serviço

Situação acontece em TB e outras cidades do Estado porque equipamentos estão em falta

Há cerca de uma semana, policiais militares realizam um “rodízio” no uso de coletes à prova de balas no horário de serviço. Isso ocorre porque o equipamento de proteção individual está em falta, e o comando da Polícia Militar (PM) ainda não conseguiu fazer a reposição das peças. A ação acontece em todo o Estado. Na região, tem sido feita uma redistribuição.

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De acordo com o chefe do Estado Maior da 8ª Região da Polícia Militar, o tenente-coronel Dante da Costa Chierighini, a ação não interfere no trabalho diário dos policiais. “O que não poderíamos é colocar em risco a vida de um policial, de ir para rua com um colete que não estivesse com a validade em dia. Por isso, estamos trabalhando com o revezamento”, informa Chierighini.

O tenente-coronel explica que nenhum policial vai para a rua sem o colete. “Cada PM tem um colete exclusivo, de uso individual. Mas, com esse recolhimento, necessário, e sem conseguir repor antes, muitos soldados ficaram sem o equipamento. Portanto, para dar andamento ao trabalho, adotamos essa forma de revezamento. A quantidade que sobrou não era suficiente para atender toda a tropa”, analisa Chierighini.

Para evitar que alguma guarnição ficasse sem a proteção, os comandos da PM fizeram um remanejamento. “Se tem algum quartel que tinha alguns que pudesse ceder para um comando maior, está sendo feito”, diz o tenente-coronel. Com isso, os coletes passaram a ficar nos quarteis, com o militar usando o equipamento somente no horário de serviço. O PM recebe o colete quando entra em serviço, e o entrega para outro colega quando sai.
 
Coletes têm prazo de validade de cinco anos

De acordo com o tenente-coronel, ainda não há prazo para que os novos coletes sejam realocados para as guarnições. Conforme Chierighini, os coletes têm data de validade, vindo da empresa de fabricação, de cinco anos.


Fonte: Diário do Sul
Agora Sul
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