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SAÚDE
04/06/2024 07h57

Cidade cria ponto de coleta para descarte de caramujos africanos

Através do seu muco, o caramujo pode transmitir vermes que podem causar grave infecção intestinal, esquistossomose (barriga d’água), meningite e até a morte

A diretoria de Vigilância em Saúde de Imbituba alerta a população para a presença do molusco popularmente conhecido como caramujo gigante africano (Achatina fulica).

É uma praga que infesta as regiões costeiras de Santa Catarina e do Brasil.

Através do seu muco, o caramujo pode transmitir vermes que podem causar grave infecção intestinal, esquistossomose (barriga d’água), meningite e até a morte.

O ciclo de vida desses vermes se dá entre o molusco, hospedeiro intermediário, e os roedores urbanos, hospedeiros definitivos.

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O homem, aqui, é considerado hospedeiro acidental, o qual geralmente se contamina através do consumo de folhas e frutos contaminados com larvas no terceiro estágio.

“Os terrenos baldios que estiverem infestados pelo caramujo precisam ser denunciados na Ouvidoria Municipal para que seja solicitado ao dono fazer a limpeza correta do terreno e caso ele não faça, poderá ser autuado”, destaca a diretora da Vigilância em Saúde de Imbituba, Joana Diniz.

Os moradores podem entrar em contato com a Ouvidoria Municipal através do telefone (48) 3355-8100 (ramal 8149), ou enviar a denúncia on line através do link: www.falabr.cgu.gov.br.

Combate à proliferação

Para combater a proliferação do molusco, o município de Imbituba recebe os caramujos africanos para que possam ser eliminados.

A população pode levar os caramujos nos postos de coleta, que ficam nos postos de saúde dos bairros Roça Grande, Guaiúba, Campo da Aviação, Paes Leme, Vila Alvorada (Aguada), Nova Brasília, Campestre, Alto Arroio, Centro e Ibiraquera. Nestes locais há reservatórios para que sejam depositados os caramujos coletados.

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