Com ligações familiares com Laguna e Orleans, Marlena foi uma figura proeminente na educação catarinense
A ex-secretária de Estado da Educação Maria Marlena Bleyer Remor morreu neste domingo (21), aos 90 anos, em Florianópolis. A educadora, que deixou um legado significativo no ensino e na gestão pública do estado, não resistiu a um agravamento de seu estado de saúde após uma queda que resultou na fratura do fêmur, e estava internada na UTI.
Nascida em São Joaquim, Marlena tem ligações familiares com Laguna e Orleans, no Sul do estado. Era casada há 65 anos com Antônio Paulo Remor, que teve destacada carreira política. Ele foi vereador e presidente da Câmara Municipal de São Joaquim e, em 2012, foi eleito prefeito de Antônio Carlos, na Grande Florianópolis, onde residiam.
Marlena foi uma figura proeminente na educação catarinense. Sua paixão pelo ensino da língua portuguesa e sua dedicação a seus alunos a tornaram uma professora exemplar.
Ela lecionou no antigo Grupo Escolar Manoel Cruz, em São Joaquim, onde, segundo o portal São Joaquim Online, é lembrada como uma das mais completas e influentes educadoras da história da cidade. Também era uma talentosa escritora, dedicando-se à poesia e à crônica.
Sua expertise e comprometimento com a educação a levaram a assumir um dos cargos mais importantes na área: o de secretária de Estado da Educação, entre 1982 e 1983, durante o governo de Henrique Córdova.
Mãe de cinco filhas, Viviane, Cláudia, Giana, Ana Paula e Josiane, o velório de Marlena está sendo realizado nesta segunda (22), das 10h às 17h, na Capela Verde do Cemitério Parque e Crematório Jardim da Paz, em Florianópolis.
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