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GERAL
24/03/2024 07h45

Enchente de 74: após 50 anos, esperança está na redragagem

O evento climático que mudou a história de Tubarão, até os dias atuais, é lembrado e discutido para que não se repita

Neste domingo, completa-se 50 anos da enchente de 1974. O evento climático que mudou a história de Tubarão, até os dias atuais, é lembrado e discutido para que não se repita.

Ações preventivas são pauta. Para a data, o secretário-executivo do Comitê Tubarão e Complexo Lagunar, Rafael Marques, espera que seja dado o encaminhamento para que seja feita a redragagem do rio.

“Seguimos acompanhando que haja uma atualização do projeto e adequação das condicionantes ambientais para que seja feito o trabalho. Tal fato vem se arrastando por anos. No último ano da gestão anterior do governo do Estado iniciaram os trâmites, mas não terminaram. Na atual gestão há indícios que em breve desemperrem os dois gargalos. Torcemos para que sejam anunciadas no seminário que ocorre nesta segunda-feira”, fala Rafael.

Plano de Contingência

Foi apresentado na última sexta (22), na Câmara de Vereadores de Tubarão, o Plano de Contingência, que orienta as ações de preparação e resposta a um determinado cenário de risco, caso um evento adverso venha a se concretizar.

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O plano reúne situações de segurança, evacuação, abrigos de emergência, comunicação e outras áreas relevantes que serviriam de guia ao Poder Público e demais agentes colaboradores durante um evento como, por exemplo, enchente ou vendaval.

Feita a apresentação da versão final do documento, o plano será oficializado nesta semana através de decreto do prefeito Jairo Cascaes. A partir daí, estará disponível de maneira permanente no site da prefeitura de Tubarão.

Seminário aborda impactos

Desde 2009, após a criação de uma lei, o dia 24 de março é marcado em Tubarão como o Dia Municipal de Memória da Catástrofe de 1974. Nesses 15 anos, seminários reúnem a população, entidades e políticos para debater o que deve e pode ser feito para evitar a ocorrência de fenômenos semelhantes.

Nesta segunda, o auditório da Amurel recebe mais um seminário, a partir das 8h30, aberto ao público.

Segundo o vereador Maurício da Silva, autor da lei criada em 2009, o seminário trabalha com três frentes. A memória, para que o evento não seja esquecido; a prevenção, com o que pode ser feito para que o rio não transborde novamente; e a reação eficiente, com a divulgação do que cada pessoa pode fazer em caso de uma nova enchente.  

O seminário deste ano também tem um foco direto: a atualização dos projetos de redragagem do rio Tubarão. “Em 2013, conseguimos os recursos para os projetos, mas que não foram colocados em prática. Com os projetos defasados, pedimos agora uma atualização. Essa demanda já vem sendo debatida há algum tempo, até pelos deputados que compõem a bancada do Sul”, explica o vereador.

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