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GERAL
14/01/2020 16h41

Todo o potencial turístico que poderia ser explorado no Rio Tubarão

Leia na coluna de Maciel Brognoli

Segundo uma reportagem veiculada no Jornal Nacional, o ex-milionário Eike Batista teve sua Lamborghini leiloada pela justiça. O automóvel, avaliado em mais de R$ 2 milhões, nunca foi usado por Eike. Em vez de passear com a poderosa máquina, ele a colocava em exposição, como enfeite, na sala de sua mansão no Jardim Botânico.


Quando eu olho para o rio Tubarão e suas belas margens e todo o potencial turístico que poderia ser explorado, chego à triste conclusão de que estamos cometendo o mesmo erro de Eike: tratando nossa maior riqueza como enfeite.


Eu gostaria de viver para ver no rio Tubarão a presença de caiaques, lanchas, jet skis, velejadores e pessoas a praticar muitas outras modalidades de esportes náuticos. E que tal um cais no centro da cidade!? O sonho é meu, então eu sugiro o nome: Cais Tubanha-rô. Navegaríamos de escuna até a cidade de Laguna. Durante o trajeto, por enquanto imaginário, contemplaríamos as belezas da fauna e da flora. E os ônibus, há lugar para eles? Sim. Se forem ônibus anfíbios, desses que transitam por terra e também são preparados para navegar. O leito do rio também poderia ser aproveitado para pouso e decolagem de hidroaviões...


Tenho inúmeros planos para você, meu lindo Rio Tubarão. Mas, para tudo isso acontecer, você precisa deixar de ser apenas um enfeite de sala desta grande mansão chamada Município de Tubarão. 

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Fonte: Maciel Brognoli/Crônicas/Sul Agora
Agora Sul
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