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GERAL
26/01/2024 07h31

Memórias e histórias das antigas lavadeiras da região viram filme

O média-metragem será lançado nesta sexta-feira no Museu da Baleia Franca, em Imbituba, com entrada gratuita

O filme “Aguada: histórias de lavadeiras” será lançado nesta sexta-feira (26). O projeto apresenta memórias e histórias das antigas lavadeiras de Imbituba.

Realizado com recursos do Edital Elisabete Anderle 2022, da Fundação Catarinense de Cultura, a obra será exibida pela primeira vez no Museu da Baleia Franca, na Praia do Porto, em Imbituba, às 19h, com entrada gratuita.

O média-metragem faz uma pesquisa sobre a história de mulheres que, durante mais de 80 anos, sustentaram famílias e contribuíram para a manutenção da sociedade da época.

Idealizado pela atriz e produtora Alana Meneghel, o filme apresenta entrevistas com lavadeiras, familiares, pesquisadores e antigos moradores, dando voz a pessoas que tiveram suas vidas transformadas com a instalação da Indústria Carboquímica Catarinense - ICC.

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“Fiquei extremamente emocionada e comovida com a história dessas mulheres que construíram a sociedade de Imbituba, mas que ficaram invisíveis na história. Mulheres que são fontes de inspiração para todas nós, por sua força, determinação e conexão com a natureza. Fiquei muito feliz em poder ouvir suas histórias e registrá-las para que as futuras gerações possam ter acesso a todo esse patrimônio imaterial”, relata Alana.

O projeto inspirou-se nos trabalhos de Nilsa Oliveira, que é filha de lavadeira e artista plástica. Nilsa produziu uma série de pinturas retratando as mulheres e, em 2019, lançou o livro “A Praia do Porto e as lavadeiras”, em que trouxe histórias do bairro e de seus habitantes.

Além dos registros de entrevistas, o projeto recriou cenas cotidianas e histórias coletadas de modo ficcional e experimentando certa liberdade poética.

“A memória e as histórias populares são essenciais para a manutenção das culturas locais. Pesquisar e registrar a presença dessas mulheres foi uma forma de preservar uma identidade num momento em que, pela enxurrada tecnológica, estamos, enquanto sociedade, perdidos, sem saber quem somos ou para onde vamos”, destaca Libertu, diretor do projeto.

O filme possui acessibilidade através de legendagem, Libras e audiodescrição.

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