A guerra comercial que o tresloucado presidente norte-americano Donald Trump declarou ao mundo mostra o quão perigoso pode ser o poder nas mãos erradas. Passou o tempo em que político bom era aquele que mais fazia obras.
“Governar é encurtar distâncias”, dizia o então governador Antônio Carlos Konder Reis. Era um tempo em que a população clamava por novas estradas. Um tempo em que, na política, importava mais construir pontes do que muros.
Os tempos são outros, e tão loucos que hoje o povo vota em um presidente que promete construir muros, ao invés de pontes. O que importa “agora é ficar rico, mais rico que nunca”, como postou Donald Trump em sua rede social.
Que tempos vivemos, em que a salvação do mundo está nas mãos de uma ditadura socialista, a China, a única potência capaz de frear os desvarios da democracia mais longeva do planeta. Não se sabe mais quem é mocinho, quem é bandido.
O que sabemos é que ninguém pode dormir tranquilo, enquanto um maluco estiver ocupando o cargo mais poderoso da Terra. Nem mesmo os pinguins e as focas que ele taxou numa ilha no meio do nada. Esse Donald está mais para Pateta.
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