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SAÚDE
05/05/2021 14h57

Três pacientes recebem alta da UTI Covid-19 do HNSC com histórias de superação

Um deles soube que o filho havia nascido no momento que deixou a unidade de terapia intensiva

Nesta terça-feira (4), três pacientes tiveram alta da Unidade de Terapia Intensiva Covid-19 do Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Tubarão. Todas com histórias de superação. 


Eliege Serafim Pires, 53 anos de Imbituba, está no HNSC há 27 dias, 20 deles na UTI. Neste período, além do quadro grave da doença que abalou muito a família, ela perdeu a mãe também para a covid-19, em 10 de abril, e nem ficou sabendo, pois já estava intubada. Uma dor inexplicável para as filhas Thaiany e Thaynara, já que todas moravam na mesma casa. “Foi um sofrimento muito grande, pois minha vó era como uma mãe também. E o fato de não podermos comunicar ela sobre sua perda foi muito triste”, relata Thaiany.


Maria Helena Constante, 51 anos, de Tubarão, também comemorou sua alta da terapia intensiva com a filha Emely Constante da Silva e os irmãos Maria e Edson. Ela está internada há 20 dias no HNSC, 13 em ventilação mecânica. O companheiro de Maria Helena deu entrada no hospital no mesmo dia e permanece na UTI. “Estávamos muito preocupados, pois ela tem asma. Mas graças a Deus deu tudo certo e ela reagiu ao tratamento. É uma aflição este vírus, pois tinha dias que tínhamos boletins de melhora e outros, de piora. As orações nos ajudaram a nos manter firmes e ela venceu esta luta", destaca a filha.


As duas pacientes foram transferidas para leitos de enfermaria, onde ficarão alguns dias em observação para depois retornarem ao conforto do lar.

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Paciente grave se torna pai durante a internação e recebe notícia na alta da UTI Covid


Os planos deste ano para Gilmar Wenz, 36 anos, de Tubarão, eram muitos. O principal: ampliar a família com a chegada de um filho. Sua esposa, Tayse, estava grávida de sete meses quando ele chegou ao Hospital Nossa Senhora da Conceição, encaminhado da Policlínica devido a desconforto respiratório associado à dessaturação (72%). Quadro clínico grave que o colocou logo na UTI, com 90% de acometimento dos pulmões


O paciente ficou mais de um mês internado na terapia intensiva. Sua irmã Taize Wenz acredita que o fato de saber que seria pai o ajudou a lutar pela vida. “Guillermo nasceu saudável no dia 8 de abril. Mandávamos vários áudios falando para ele do nascimento do bebê. Que ele precisava resistir porque tinha muita gente esperando ele em casa”, relata.  


E Gilmar resistiu, mesmo com quadro complicado, somando a uma diabetes do tipo I, que o levou a ter complicações renais. Nesta terça ele deixou a terapia intensiva e foi para leito de enfermaria, onde agora ficará alguns dias em observação.

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Fonte: Redação - Fotos: HNSC
Agora Sul
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