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GERAL
02/05/2026 06h38

Santa Catarina cria mais de 59 mil novos empregos formais no primeiro trimestre de 2026

O desempenho coloca o estado entre os três principais geradores de vagas do país no acumulado de janeiro a março

Santa Catarina encerrou o primeiro trimestre de 2026 com a criação de 59.396 empregos formais. 

O desempenho coloca o estado entre os três principais geradores de vagas do país no acumulado de janeiro a março do corrente ano, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais. 

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego e compõem o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) referente a março de 2026. 

O mercado de trabalho formal de Santa Catarina registrou o terceiro maior crescimento acumulado no país, entre janeiro e março. 

O estado registrou um aumento percentual de 2,26%, superando tanto a média nacional de 1,27%, quanto a média da Região Sul, de 1,85%. 

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No mês isolado de março, Santa Catarina criou 16.868 novos empregos formais, o quarto melhor resultado do país, atrás de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. 

Em comparação ao mês anterior, a taxa de crescimento foi de 0,63%, superando a média nacional, de 0,47%, e a média da Região Sul, que ficou em 0,41%. 

“Esse desempenho no primeiro trimestre de 2026 é um reflexo claro do dinamismo e da força do nosso mercado de trabalho. Santa Catarina tem uma saúde econômica que se traduz em oportunidades reais para a população”, afirmou o secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino. 

Indústria catarinense tem o 2º melhor saldo do país 

A indústria catarinense registrou o segundo melhor saldo de novos empregos formais no mês de março de 2026 entre as unidades da Federação. 

De acordo com o Novo Caged, Santa Catarina apresentou saldo de 5.525 novos postos de trabalho na indústria geral, atrás apenas de São Paulo, que registrou 8.197. 

O estado gerou 19% dos novos empregos da indústria nacional. Isso significa que a cada cinco novas vagas abertas no setor, uma foi em solo catarinense. 

Cabe ressaltar que o estado tem menos de 4% da população brasileira, o que demonstra a densidade e a competitividade do setor produtivo no estado. 

Na indústria, o maior destaque foi da indústria de transformação, que gerou saldo de 5.718 novas contratações formais em março, enquanto todas as unidades da Federação, juntas, geraram um saldo total de 23.692. 

A cada quatro contratações nacionais no segmento, uma foi em solo catarinense. No referido mês, o subsetor com o maior saldo foi o de fabricação de produtos alimentícios, com 1.585 novas contratações. 

O setor de serviços, por sua vez, gerou saldo de 7.434 novas vagas formais no mês de março, evidenciando a sua importância e vitalidade para a economia catarinense. 

Destacaram-se as atividades administrativas e serviços complementares (2.564) e as atividades profissionais, científicas e técnicas (1.012). 

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