Primeira etapa dos trabalhos deve detalhar intervenções de derrocagem e dragagem do canal, além de custos e dificuldades para execução
Os estudos que vão orientar as futuras intervenções no canal da Barra de Laguna têm previsão de entrega para dezembro deste ano.
A primeira etapa deve apresentar os resultados das análises realizadas sobre o canal de navegação, incluindo informações sobre a necessidade de derrocagem e dragagem, custos estimados e dificuldades para a execução das intervenções.
A derrocagem consiste na retirada de pedras e outros obstáculos do fundo do canal, enquanto a dragagem é utilizada para remover sedimentos e adequar a profundidade para a navegação.
Os levantamentos devem ajudar a definir as condições necessárias para a realização dos trabalhos e os investimentos envolvidos.
O cronograma foi apresentado durante uma reunião técnica realizada na última semana. O encontro reuniu representantes do secretário de Estado de Portos, Aeroportos e Ferrovias, Ivan Amaral, além de instituições como Polícia Militar, Fundação do Meio Ambiente de Laguna (Flama), Marinha do Brasil, Portos de Laguna e Imbituba e Defesa Civil.
Além dos estudos específicos sobre o canal, está em andamento um estudo hidrodinâmico do Complexo Lagunar Sul, que teve o escopo ampliado para incluir também a Barra do Camacho.
A análise deve avaliar o comportamento da água no complexo e tem previsão de até dois anos para ser concluída.
A remodelação dos molhes também está prevista no conjunto de projetos para a região, mas a definição das intervenções depende do avanço dos estudos.
Em um primeiro momento, a prioridade está na análise das condições do canal e na definição das medidas necessárias para garantir sua navegabilidade.
O trabalho integra um conjunto de projetos de infraestrutura acompanhados pelo município, que também inclui os estudos de topografia e sondagem batimétrica para a futura Ponte do Pontal, sobre o Rio Tubarão.
Segundo a prefeitura, as intervenções previstas têm impacto direto sobre a mobilidade, a atividade portuária e a economia de Laguna e de outros municípios da região.
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