Candidato do PL venceu ainda no primeiro turno e comandará Santa Catarina até 2030
Jorginho Mello (PL) seguirá no comando de Santa Catarina entre 2027 e 2030.
O governador teve a reeleição confirmada na noite deste domingo (4), ainda no primeiro turno, com 68,31% dos votos válidos.
Com 83,67% das urnas apuradas, Jorginho somava 2.431.861 votos. Gelson Merisio (PSB) em segundo lugar, com 15,91% dos votos, seguido de João Rodrigues (PSD), com 13,72% dos votos.
O vice-governador será Adriano Silva (Novo), ex-prefeito de Joinville.
Em 2022, Jorginho foi eleito no segundo turno, com mais de 70% dos votos, contra Décio Lima (PT). No primeiro turno daquele ano, fez 1.575.912 votos (38,61%).
A posse do segundo mandato será no dia 6 de janeiro de 2027.
A disputa
Veja o resultado completo da votação para governo de estado de Santa Catarina:
| Candidato | Votos | % Válidos |
|---|---|---|
| Jorginho Mello PL | 2.942.386 | 68,98% |
| Gelson Merísio PSB | 668.021 | 15,66% |
| João Rodrigues PSD | 569.263 | 13,35% |
| Marcelo Brigadeiro MISSÃO | 46.624 | 1,09% |
| Laís Chaud UP | 21.252 | 0,50% |
| Ralf Zimmer PRD | 9.000 | 0,21% |
| Professor Marcus Sodré PSTU | 6.682 | 0,16% |
| Bruno Pedreiro do PCO PCO | 2.413 | 0,06% |
Válidos: 4.265.641 (92,04%) Brancos: 169.920 (3,67%) Nulos: 198.989 (4,29%) Total de votos: 4.634.550 (81,03%) Abstenções: 1.084.991 (18,97%)
O governador reeleito
Jorginho dos Santos Mello nasceu em Ibicaré, em 15 de julho de 1956. Tem 70 anos. Foi eleito vereador em Herval d'Oeste em 1976 e depois cumpriu quatro mandatos de deputado estadual, nos pleitos de 1994, 1998, 2002 e 2006.
Em 2010 e 2014 foi eleito deputado federal. Em 2018 chegou ao Senado e, em 2022, foi eleito governador pela primeira vez.
Carreira profissional
Em 1975, aos 19 anos, começou a trabalhar no Besc (Banco do Estado de Santa Catarina), onde foi gerente e diretor até 1994.
Formou-se em Estudos Sociais pela Unoesc (Universidade do Oeste de Santa Catarina) em 1977 e em Direito pela Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina) em 1993.
Ao longo da carreira, passou pela Arena, pelo PDS, pelo PL e pelo PSDB, onde ficou por 13 anos. Em 2012 entrou no PR, que em 2019 voltou a se chamar PL, partido pelo qual foi reeleito.
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